AVISO

Meus caros Leitores,

Devido ao meu Blog ter atingido a capacidade máxima de imagens, fui obrigado a criar um novo Blog.

A partir de agora poderão encontrar-me em:

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Obrigado

domingo, 22 de abril de 2018

Uma vida feliz só vale quando é feita de Gratidão


Uma vida feliz só vale quando é feita de Gratidão


Sonhei que estava com inúmeras pessoas felizes, alegres com muito movimento, dinâmica, muita festa. Afinal era uma diocese, com o Bispo, colegas e leigos a celebrar o ano da gratidão. Estava a passar um filme no meu inconsciente tão forte que me acordou e observei que não sonhava. Afinal até era verdade.
Era uma realidade e, acordado, me perguntei a mim mesmo se eu próprio a celebrar a gratidão, esse tesouro das pessoas humildes que lembram com felicidade o passado, com alegria e mais alegres com o presente sempre apostados na luta por um futuro com coragem e sem medo, com uma memória larga e não tão curta que depressa passa e esquece. Se a gratidão é um acto nobre, ela é também fruto de uma cultura, não muito vulgar porque não há nada mais belo na vida que a gratidão. Não é algo que se possa escrever no chão, no pó da terra, nem no vento, nem na água, nem em qualquer material consistente, tem de ser escrita e, sobretudo, vivida e gravada no coração.
Quem não é grato tem sempre motivos para explicar o inexplicável, pois não compreende que quem agradece um dom está a pagar a primeira prestação de uma dívida impagável. Por isso também não é desejado e, pelos outros, desprezados. É um ingrato. Não quero passar por isso e tenho falhado. A quem se encontrar magoado por mim, peço perdão e gostaria que mo dissesse para que me corrija.
Neste ano jubilar de 40 anos de Diocese seja uma oportunidade de expressões sublimes com palavras e gestos, ou atitudes, em relação aos nossos antepassados, aos nossos contemporâneos com quem vivemos e trabalhamos pela fidelidade à Comunhão, à Unidade sem esperarmos outra recompensa a não ser a d’Aquele que nos permite viver estes momentos de felicidade e amor.
Adormeci.
Quando pela manhã acordei, descobri que tinha passado por um grande silêncio por causa dos que falam, falam, e falam alto que até me remeti ao silêncio, como refúgio, como aqueles que também se refugiam na tolerância por causa dos intolerantes.
E agradeci a noite a Deus… Continuei a rezar, como de costume! Orar é fazer comunhão.
Não merecíamos nada, mas através de Jesus temos tudo! Todos os dias são dias em que devemos dizer "Obrigado oh meu Deus, muito obrigado!...”.
Ou como diz o salmista: Como é bom dar graças ao Senhor e cantar os seus louvores ao nome do Altíssimo; e anunciar de manhã o seu amor leal e de noite a sua fidelidade. Sl. 92.
Este é o dia em que o Senhor fez; alegremo-nos e exultemos neste dia. Sl.118
Que a nossa gratidão não azede como a comida que se estraga, ou como o vinho destapado. Era boa, mas deixámo-la estragar porque a esquecemos. Quando a gratidão é consciente e responsável a sua a memória está no coração. Nunca esquece, azeda, ou fragiliza porque será sempre uma memória que não arrasta consigo remorsos, como aqueles que, depois da morte, vão oferecer flores aos mortos porque, em vida, nunca foram gratos, ou tão gratos como deviam em relação aos benefícios recebidos. Lá estou eu a divagar!... Então não posso oferecer uma flor aos que morreram e tenho saudades? Claro que sim, sobretudo, se são frutos da memória do coração que amou e continua a amar com palavras e atitudes de oração. E a flor pode ser uma dessas expressões.
Estamos todos em festa e desde os primórdios do cristianismo nesta região até hoje temos muito que agradecer a mortos e vivos o facto de sermos uma diocese a celebrar 40 anos.
                                                                                                                                        Padre Artur Coutinho

sábado, 21 de abril de 2018

LUZ DOMINICAL









Bodas de ouro do Abade Matos

BODAS DE OURO SACERDOTAIS DO ABADE MATOS
???? Será o Arcipreste?
Recordando os nossos antecessores, agradecemos a seu trabalho pelo qual hoje somos uma diocese jubilar, com 40 anos.



Vamos a trabalhar...



Alcoólicos Anónimos da Paróquia

OS ALCOÓLICOS ANÓNIMOS FUNCIONAM NESTA PARÓQUIA DESDE 1986.
ESTÃO SEMPRE ACTIVOS À TERÇA E AO SÁBADO.
E a bebida lá ficou
Desde que deixei de beber
A minha vida modificou
Tudo foi melhor
E a bebida lá ficou
Os amigos são os mesmos
Só que com outra atenção
E a bebida lá ficou
Tenho – os no meu coração
A vida familiar
Isso é uma beleza
E a bebida lá ficou
Quem sabe cheia de tristeza
É menos um consumidor
Na contabilidade a fazer
E a bebida lá ficou
E eu cheio de prazer




Muita gente se admira
Como é que eu consegui
E a bebida lá ficou
Hoje sou igual a tí
Amigos e inimigos
Até fazem confusão
E a bebida lá ficou
Metida no garrafão
No garrafão ou na garrafa
Não me importa o local
E a bebida lá ficou
Não bebo que me faz mal
Amigo faz como eu
Modifica de caminho
E a bebida lá ficou
E todos me dão carinho
Pede a Deus que te auxilie
Nesta caminhada salutar
E a bebida lá ficou
O mestre vai-te perdoar
Nunca esqueças o teu grupo
Mioto por ti vai fazer
E a bebida lá ficou
Por esse teu forte querer.
Alcoólicos anónimos
Viana do Castelo

Bodas de ouro do padre João Matos

Bodas de Ouro padre João Matos de Vila Franca
e irmão do Dr. António de Matos, do Campo do Vianense








*1-Albina Correia Lima (Esposa do 3) *2-Emília Matos - Irmã do Pe. João Matos e esposa de Domingos Coutinho Pinto; *3- Manuel Augusto de Matos, pai do José Matos, Artur Matos (tio e padrinho) do Pe. Artur Coutinho e João Augusto Matos e irmão do Pe. João Matos, com quem viveu mais de 40 anos; *4-Manuel Alves Franco, marido de Maria Matos, irmã do Pe. João Matos *5-João Carvalho (Deira), marido de Rosa Matos e irmão do Pe. João Matos; *6-José Ribeiro da Silva (Industrial de Lacticínios,em Vila Franca,conhecida , naquele tempo, por Fábrica do Leite porque lá ia toda a gente da região que tinha vacas leiteiras levar o leite para fazer a manteiga); *7-Francisco António Matos (irmão Pe.João Matos) *8-Dr. José Augusto Silva Ramos, médico; *9-José Augusto Matos, estudante, filho do Manuel Matos e sobrinho do Pe. João Matos, a viver aqui na Paróquia, irmão do tio e padrinho do Pe. Artur Coutinho; *10-João António de Matos, filho de Conceição Matos e sobrinho do Pe.João Matos; *11-Escudeiro - José - Veio com António Mimoso, de Sá (Ponte de Lima) *12-Rosa Matos, irmã do Pe. João Matos e esposa do João Deira (João Carvalho); *13-Teresa Matos, irmã do Pe. João Matos (conhecida por Teresa da Santa) Santa, por viver no lugar da Santa em V. Franca; *14-Maria Matos, irmã do Pe. João Matos e esposa de Manuel Alves Franco (4); *15-Maria Rita da Conceição Matos de Magalhães Barros Lançós Cerqueira de Queiroz;*16-D. Emília Ribº da Silva - mãe do Dr. José Augusto da Silva Ramos (médico);*17- Jacinto Duarte de Magalhães Barros Lançós de Cerqueira Quiroz, filho do nº 31; *18-João Maia de Magalhães Barros Lançós Cerqueira de Queiroz,filho do nº 31; *19-José Avelino Costa Azevedo, filho do Avelino da Barrosa e neto da Viscondessa de Barrosa;*20-Pe. António Quesado - Prior de Vila-Franca;*21-Pe. José Rodrigues de Araújo Coutinho, Prior de Anha;*22-Pe. António Matos - Abade de Mazarefes, primo do Pe. João Matos; *23-Pe. Manuel Meira - Prior de Darque;*24-Pe. Salgueiro - Prior de Subportela; *25-Domingos Pinto, marido da Emília Matos e cunhado do Pe. João Matos, conhecido em Mazarefes pelo Domingos do Pinto, feitor da Casa dos Azevedos ou Loyolas, do Paço de Mazarefes; *26-António Mimoso - Importante político de Ponte de Lima; *27-D. Virgínia de Barros - Esposa de António Mimoso; *28-D. Rosa Carteado Mena, esposa do Dr. José António Matos - Cunhada deVirgínia da Barrosa Cunhada do Pe. João Matos; *29-Dr. José António Matos - Pai dos “Menas de Matos”(médicos e um artista comediante);*30-Pe. João Matos - (Pe. João António de Matos) - homenageado nos 50 anos de sacerdócio; *31-Alberto de Magalhães Barros Cerqueira de Araújo Queiróz, sem título,mas neto de nobre, pai de 15, 17, 18, de José Maria, Maria Rita da Conceição, Maria das Dores, religiosa e de José Roberto.A madre Maria da Conceição que morreu com fama de santidade no Convento das Carmelitas onde hoje está sediada a Paróquia de N Sra de Fátima era ainda da família e pela tradição familiar esta freira tinha os olhos azuis; *32-Maria da Conceição Neiva Matos, esposa do nº 31 ”de sangue azul”; *33-Viúva de Avelino da Barrosa e mãe do José Avelino, Luís, Mário e Irmãos ; Irmã (Netos de Viscondessa da Barrosa).