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sábado, 13 de janeiro de 2018

A água

A água



A água é conhecida cientificamente com o símbolo químico H2O e é um elemento fundamental e integral da natureza,uma necessidade integral da vida na natureza!…
A água lava, limpa, purifica e, benzida purifica e diviniza. Coze os alimentos para dar vida, mas também mata e conduz energia, electricidade, corre e foge por entre os dedos de uma mão e é capaz de transmitir movimento até chegar ao rio e sobre a qual só se passa sobre ela, através das pontes que se fizeram sempre e se continuam a fazer.
A melhor, normalmente, rebenta do seio da terra nas fontes, nos poços artesianos que apanhá-la a mais ou menos profundidade da superfície da terra; podendo ser mais pura a mais profunda. Estes poços nunca devem ser feitos em terrenos perto haja cortes de animais, ou zonas conspurcadas, fossas ou junto a eles terrenos que são adubados com produtos artificiais. Claro, que se for para baixo do nível do poço, não se põe tanto a questão.
Tudo depende dos terrenos por onde ande a água até chegar à fonte. É por isso que nem todas as fontes têm água potável. E onde há dúvida a água pode ter uma purificação caseira através de uma fervura atingindo os 100 graus.

A que vem da chuva é sempre a que nós acabamos por beber, depois do seu percurso normal até ser colhida directamente ou na face da terra, nas fontes, nos lagos, nos rios, e nos mares. Indirectamente é dessa água destilada que nos alimentamos. Rebenta nas fontes normais que a água corre e cai, ou fontes em que a água jorra para o ar.
Os animais instintivamente procuram a água para saciar a sede. O mesmo acontece com os humanos. Toda a natureza necessita dela.

A água se não for profunda ou alta, ou decantante , porque “água corrente não mata gente” dizia-se, é sempre de desconfiar. Ela nasce, mas nem toda a que nasce é potável daí na fonte haver um aviso “água não potável” ou “água potável”, depois de observada pela entidade pública da região.
Ela deve ser capturada, aduzida por canais próprios, tratada, armazenada e distribuída ao serviço de todos.
É um elemento que pode ser purificado através da fervura, como acima escrevi, da filtração através areia, ou outros… purificada através de agentes químicos, como o cloro, o mais vulgar iodo, isto é descontaminar para que não faça mal e não mate.
Aquela que nasce da fonte é analisada normalmente e se é potável o será por muito tempo, mas não se deve acreditar que está sempre potável porque depende dos terrenos, dos adubos usados na área envolvente, insecticidas, ou então, perto de terrenos mais altos e ardidos.
Mais potável pode ser a dos poços e quanto mais fundos melhor, mas de ano a ano deviam ser águas analisadas. No entanto, se for fervida ou cozinhada não há que ter medo.
Quem tem acesso à rede pública por princípio nunca corre tantos riscos de contaminação da mesma, pois diariamente ela é analisada nos depósitos públicos.
A água como bem essencial, hoje, uma boa parte da população tem água potável da rede pública, mesmo nas aldeias pelo que dadas as dificuldades analíticas, às vezes, deixam-se as águas dos poços, para rega ou lavagens de terrenos, terraços, carros, etc…

Quando uma casa era alimentada pela água de um poço ao pé da casa e não existiam ainda as bombas movidas a motor, existiam outros modos de levar a água para casa. Era o odre, o cântaro, o caneco…Como chegava a água do poço aí?
Foram vários os instrumentos utilizados pelo homem para pegar na água através do cabaço, da picota, da cegonha, engenhos estes muitos simples e de madeira.
Num poço, um pouco mais fundo, ou com menos profundidade havia um balde e uma corda para lançar o balde ao poço e puxá-lo para lançar a água no cântaro até o encher e ser levado no ombro ou à cabeça para casa.
Depois, apareceu um aro na vertical do poço com uma roldana onde era mais fácil para puxar o balde da água para cima.
No entanto, começaram a descobrir o cilindro, ou o sarilho (de ferro ou de madeira) onde andava a corda e através dele descia o balde vazio e subia o balde cheio de água para ser despejado nos recipientes à mão para a transportar.
Este cilindro trabalhava suspenso por um eixo de cada lado do cilindro que jogava esse eixo sobre dois suportes fixados nos peitorais do poço. E era manejado por uma manivela.
Apareceu o engenho, a nora nos poços ou cisternas através de rodas de ferro com dentadas ou com espigões com cadeias metálicas de copos, alcatruzes ou também conhecidos por estanca – rios, isto é, vasos que elevam a água na nora, movida com uma alavanca à mão, ou por animais cavalares ou bovinos de olhos vendados para evitar a tontura ao som de uma mola que conforme se ia movimentando fazia um estalido. Depois apareceu a bomba mecânica movida a vento, o princípio das eólicas, através de uma ventoinha que ficava alta e, movida, bombeava a água para a puxar e movimentar; mas outras bombas mecânicas no sentido horizontal, vertical através de uma alavanca ou uma manivela quando era movimentada numa roda grande.

Depois apareceram os motores movidos a combustível. A seguir apareceram as bombas mais práticas eléctricas muito mais confortáveis e que a água da rede pública veio evitar todas estas formas.
Para transporte da água ou do vinho havia a cabaça, o odre, a bexiga antes do garrafão; assim era levada para matar a sede em qualquer sítio, no campo, por exemplo – água com sumo de limão e havia quem a açucarasse.

Quando a água era da fonte de chafurdo era metido o cântaro na água até encher e, retirado, conduzido para onde se queria. Noutras fontes mais pequenas o cântaro era enchido com outro recipiente e até com uma colher grande de madeira, como uma pá com rebordos mais altos e um cabo de palmo.
Cedo o homem começou a descobrir na água uma fonte de energia para mover os rodízios dos moinhos e estes moverem a mó móvel que trituravam o grão de milho e faziam dele a farinha mais fina ou mais grossa conforme a vontade das pessoas se para fazer pão e mais viva se para dar aos animais, ou fazer o ralão com o milho pouco triturado para dar aos animais, mais triturado para fazer caldo.

Assim se descobriu a fonte da energia eléctrica. A água em movimento, o ar em movimento, são ambos fontes de vida, mas, em movimento, têm força motriz que pode ser aproveitada para o homem ir mais longe, como o carvão que pôs a máquina em movimento, o calor e, agora, a luz solar descoberta também para produzir energia em qualquer lado.
A água utilizada para os moinhos era presa numa açude ao pé dum cubo como diz o povo, embora eu conheça e não lhe possa chamar cubo, mas um prisma trapezoidal de quatro lados com uma grande entrada, a conhecida, pela boca do inferno que ia mover os rodízios através da força motriz transmitida às penas do mesmo, às pás ou pernas conforme as regiões. Era desta forma que o rodízio transmitia movimento à mó móvel que sob a moega onde se encontravam os grãos de milho que iam caindo com mais ou menos volume para ser moído para dar farinha mais fina ou mais grosseira.

Assim precisamos todos de água, sol, ar e terra que produz as árvores e as plantas com os seus frutos que alimentam a gente, os animais, assim como os bichinhos e as aves…
As águas pluviais são imprescindíveis. É bom que chova o suficiente para manter o equilíbrio do ambiente ou da natureza, mas não para beber porque esta água era destilada obtida por meio da destilação (condensação do vapor de água obtido pela ebulição ou pela evaporação) de água não pura (que contém outras substâncias dissolvidas). E percorre a atmosfera trazendo consigo toda a poluição que anda no ar. Desse modo pode não ser só H2O. A destilação não evapora todos os sais.
É a água utilizada em laboratório ou industrialmente como reagente ou solvente, sendo também utilizada nas baterias dos automóveis e nos ferros modernos de "engomar". No entanto a água destilada é ainda necessária para muitos trabalhos científicos e até na medicina. Hoje, para além da água da chuva que cai destilada, ela pode ser encontrada, se necessário, por outros modos como a água que sai dos desumidificadores e dos aparelhos de ar condicionado. A água destilada se tiver de ser directamente consumida sem grandes problemas, deve ser compensada por uma alimentação com elementos que faltam à água destilada como sais minerais, bem como aqueles que combatam o dióxido de carbono que traz a água da chuva.
A água para ser potável tem de ter a fórmula química H2O e deve ter sempre um PH superior a 3 e inferior a 13, entre os valores de 0 a 14. Abaixo de 7 a água é mais ácida e o povo até lhe chama uma “água pesada”, quanto mais longe estiver para baixo do 7 pode ser prejudicial à saúde, assim como uma água com valores superiores a 7 é uma água alcalina e o povo chama-lhe uma “água leve” e menos prejudicial ao corpo, embora talvez aquela que se tenha um PH de 14, possa não ser a melhor. A água com um PH de 9 ou 10 faz com que o sangue se torne alcalino, assim como uma com PH de 4ou 5 torne o sangue ácido. Não sei qual é melhor, só a medicina se possa pronunciar, mas o meio-termo, um PH neutro de 7, mais coisa menos coisa não seja pior. Dizem que as doenças cancerígenas não gostam de águas alcalinas.























































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